15 junho, 2010

Mudanças e... danças

“Agora, fico muito tempo sozinha. Passo quatro a cinco horas por dia nas cavernas da meditação. Consigo fazer companhia a mim mesma durante horas seguidas, sem me deixar perturbar pela minha existência no planeta. Às vezes, as minhas meditações são experiências surrealistas… tento entregar-me a elas com a menor resistência possível. Outras vezes, sinto um contentamento calmo e doce, e também é bom. As frases continuam a formar-se na minha mente e os pensamentos continuam a fazer a sua dança, mas agora conheço tão bem os padrões do meu pensamento que já não me incomodam. Os meus pensamentos tornaram-se como velhos vizinhos, um pouco aborrecidos, mas em última análise bastante simpáticos. Além disso, não agitam a minha casa. Há aqui espaço para todos.”
“Comer, orar, amar” - Elizabeth Gilbert - ed. Bertrand
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