22 novembro, 2010

Ódio, sentimento hediondo

“É vital resistir ao ódio, esse flagelo que arrasa o espírito e faz desaparecer a alegria, dando ao rosto mais harmonioso uma expressão hedionda. A ira perturba o nosso equilíbrio físico. Perdemos o sono e o apetite, envelhecemos prematuramente. Destruímo-nos e destruímos os outros.”(1)

Alguns dicionários definem o ódio como um intenso sentimento de raiva, rancor profundo, antipatia, repulsa, horror.
Tudo palavras repelentes que encontramos, vezes sem conta, nas relações sentimentais e nas relações sociais.
Nas relações sentimentais, com demasiada facilidade o amor se transforma em indiferença, e mesmo em ódio. A forma deficiente como comunicamos uns com os outros, a forma fria como transmitimos os afectos, provoca desilusão e afastamento.
Nas relações sociais, o ódio manifesta-se nos fanatismos religiosos, com consequências trágicas; nos conflitos raciais, com fronteiras marcadas por preconceitos, e intolerâncias; nos grupos organizados, onde a agressividade sobrevive pelo poder do colectivo.
Não odeio nada, nem ninguém.
Afasto-me de comportamentos destrutivos.
Fujo de venenos emocionais.
(1)”Como um relâmpago rasgando a noite” – Dalai-lama, ed. Instituto Piaget

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