No Carnaval rumámos ao sul do país, juntamente com a Fandy e o Vitor, para casa dos meus cunhados Isabel e Tomané, em Almancil.
Já há algum tempo que não íamos até lá, apesar dos repetidos convites.
Desta vez, o desejo da Fandy de estar com toda a família resultou numas mini férias espectaculares.
Foram quatro dias de arromba, quatro dias de excessos que nos deixaram a barriga, o coração e a alma cheios de alimento para alguns meses.
Foi mesmo alucinante…
Vejamos: cozinhámos imenso, comemos imenso, bebemos imenso, conversámos imenso, cantámos imenso, rimos imenso…
Foi ou não alucinante?
Nós, as mulheres, colmatávamos os excessos com chá verde, sem açúcar, de preferência acompanhado pelas guloseimas mais doces que apanhávamos à mão. Giro não é?
Os homens, esses ingeriam uma espécie de pólvora, designada de aguardente de medronho, que os deixava “mais para lá, do que para cá…”.
A instabilidade do tempo não permitiu usufruir dos jardins, muito menos da piscina, mas admirámos as flores (o orgulho da Isabel), as inúmeras árvores de fruta (que lamentavelmente não fotografei, mas que são o “ai Jesus” do Tomané), a chuva a cair na água da piscina, a paisagem da serra envolta numa teimosa neblina.
No domingo ao almoço juntaram-se mais de 20 pessoas à volta de uma apetitosa feijoada confeccionada pela D. Alice (a mãe da Isabel) que cozinha muito, muito bem. Mil beijos para ela.
Depois do almoço houve cantorias e danças, num divertimento que só se consegue com pessoas de quem gostamos de verdade.
Segunda-feira fomos até Faro. Almoçámos, muito bem, no restaurante “A Gruta”e … comprámos chapéus…
A partir daí foi a galhofa total…
Mas tudo serviu para galhofar. Até o mural do Tomané no Facebook, que ele visita diariamente em busca de notícias sobre os amigos de infância e sobre o seu clube de eleição – o Belenenses. A facilidade com que ele mexe naquela rede social deixou-nos a todos espantados. Espantados e roídos pela nossa ignorância. …
Acho que também quero um mural no Facebook…
Obrigada a todos pelos fantásticos dias que passámos juntos.










O arquipélago das Seychelles – que se tornou independente do Reino Unido em 1976 - é um verdadeiro paraíso no Índico, com baías cristalinas, inúmeras praias de areia branca, águas de azul-turquesa, hotéis luxuosos, hotéis modestos, vegetação verde e luxuriante, uma temperatura amena e constante. É o destino exótico ideal para quem gosta de banhos de mar em praias quase desertas, fazer mergulho, admirar a natureza, comer peixe fresquíssimo, conviver e descansar. Ali não se vivem noites ruidosas. Ali a natureza impõe silêncio. No primeiro dia na lha de Mahé, a maior e mais habitada das ilhas, na primeira ida à praia, a nossa máquina fotográfica resolveu “experimentar”a água e…. deixou de funcionar. Eu, principalmente, entrei em pânico. Como iríamos fazer o registo fotográfico da viagem? Em Victoria, a capital, com cerca de 23 mil habitantes, comprámos uma máquina descartável da Kodak, que permitiu fazer um mini registo fotográfico da viagem. Tudo o que não conseguimos registar em fotografias, guardámos na memória.














