25 janeiro, 2012
24 janeiro, 2012
Filme "Os Descendentes" - um deslumbramento!
Fui ver o filme “Os Descendentes”, de Alexander Payne, que estreou na passada quinta-feira, em Lisboa. A história conta-se em poucas palavras: Matt King (George Clooney) é descendente de uma família da antiga nobreza havaiana, casado, pai de duas filhas adolescentes e muito rico.
Advogado de sucesso, viajava frequentemente em serviço o que provocou o afastamento da família.
A mulher de Matt, que gosta de desportos radicais, sofre um acidente num barco e fica em coma irreversível. Instala-se o caos.
Ele não sabe lidar com as filhas, com as emoções, e muito menos com a despedida da mulher.
Como se não bastasse, descobre que ela mantinha uma relação extra-conjugal.
A partir daí tudo muda.
Matt decide investir nos laços familiares, recuperar o amor das filhas e conhecer o amante da mulher.
Como será isso feito e porquê?
Não posso contar tudo, não é?
O filme foi adaptado do romance homónimo da escritora havaiana Kaul Hart Hemmings, que tem no filme uma pequenina interpretação como secretária de Matt King.
O realizador Alexander Payne ganhou o Globo de Ouro para o melhor filme na categoria de drama.
George Clooney ganhou o Globo de Ouro para o melhor actor dramático.
É difícil dizer se foram merecidos porque não vi todos os filmes que estiveram em concurso.
Aguardo pela cerimónia dos Óscares, mas posso dizer já que “não votarei” Clooney.
Lamento!
Vão ver e deslumbrem-se com a história, com a fotografia, com a música e com excelentes interpretações.
Por vezes rirão, mas serão mais as vezes que uma lágrima espreitará ao canto do olho.
Eu saí do cinema decidida a amar cada vez mais a minha família. A estar mais presente e sempre mais contente. Valorizar a amizade e a sinceridade. Obrigar-me a confiar e a ouvir mais a voz do coração. Não deixar nada por dizer e viver, viver, viver.
23 janeiro, 2012
21 janeiro, 2012
16 janeiro, 2012
15 janeiro, 2012
14 janeiro, 2012
Parabéns Carolina!
Hoje, 14 de Janeiro, a minha netinha Carolina faz 10 meses.
Depois de a olhar, abraçar e beijar vezes sem conta no Natal, a saudade voltou. A saudade do seu sorriso, das suas palminhas, do seu cheirinho, do seu abracinho.
Sobre ela recaíram todas as atenções da família. Foram dois dias maravilhosos, repletos de alegria, amor e muitas prendinhas, que ela tentava abrir com os dedinhos pequeninos e gordinhos.
No regresso ao frio do Porto constipou-se.
Os papás não a deixaram ficar nas temperaturas mais amenas de Lisboa… com muita pena minha.
É linda a minha netinha!
Que Deus a guarde.
11 janeiro, 2012
06 janeiro, 2012
Pôr-do-sol visto da praia de S. Pedro do Estoril
...também este crepúsculo estava que era uma beleza, com os seus mil fiapos de nuvens esparsos pela amplidão, rosa, nácar, salmão, cereja... (in "Evangelho segundo Jesus Cristo", de José Saramago).
03 janeiro, 2012
02 janeiro, 2012
31 dezembro, 2011
20 dezembro, 2011
O espírito de Natal em Vieira de Leiria
Não foi necessário investir muitos euros para levar a magia do Natal às ruas de Vieira de Leiria.
A beleza está na simplicidade dos materiais utilizados.
Parabéns!
A beleza está na simplicidade dos materiais utilizados.
Parabéns!
Lisboa, a capital deste país à deriva, nada fez para que os lisboetas esquecessem por uns dias a crise e se deslumbrassem com o brilho e a magia de uma árvore de Natal.
As aberrações natalicias que instalaram em várias zonas da cidade não passam disso mesmo - aberrações.
Que vergonha!
19 dezembro, 2011
15 dezembro, 2011
14 dezembro, 2011
Parabéns Carolina!
Hoje, 14 de Dezembro, a minha netinha Carolina faz 9 meses.
Já não a vejo há tantos, tantos dias…
Através de fotografias vou acompanhando o seu crescimento, mas não é a mesma coisa…
Está grandona e cada dia mais linda, sorridente, feliz.
Os papás rejubilam de felicidade.
Eu aguardo impaciente pelo Natal.
Por enquanto, vou imaginando uma festa mágica, com muita alegria e muito amor.
E muitas prendinhas para a minha netinha.
É linda a minha netinha!
Que Deus a guarde.
07 dezembro, 2011
06 dezembro, 2011
Mãe Amélia A.
Este ano, se fosse viva, a minha outra mãe – Amélia A. – faria 100 anos.Partiu em 2001. Lamentavelmente conheci-a na etapa final da vida, mas ainda foram 14 anos de muito convívio, muito carinho, muito mimo. De ela para mim e de mim para ela. Sem limites.
O que sei do seu passado foi contado pela família. Aliás, esta família gosta de festejar o passado. Sem ressentimentos.
Soube que muito jovem deixou a família numa aldeia interior e viajou para um país distante – Moçambique – onde a esperava o homem íntegro que a amou de verdade
Soube que a cozinha não tinha segredos para ela, quando preparava gostosos petiscos para a família, amigos ou apenas conhecidos. Ainda hoje, a lembrança do seu queijo e dos seus enchidos faz “babar” muita gente.
Soube que tinha mãos de fada para a costura e bordados. Deixou toalhas de mesa maravilhosas.
Soube que ajudava todos os que a procuravam e era a amiga fiel que todas as mulheres desejam ter por confidente.
Soube que quando regressou a Portugal com o companheiro de sempre, foi com coragem que deixou para trás o mais importante período da sua vida: casamento, nascimento dos filhos, chegada dos netos.
Eu conheci-a num dia de 1987.
Inibida, esperei uma reacção fria e distante. Mas ela, olhou-me com os olhos mais meigos que alguma vez vi e deu-me o abraço mais doce que alguma vez senti.
Fiquei tão feliz, tão feliz, que naquele preciso momento decidi que ela seria a minha terceira mãe. Não me arrependi. Nunca.
Os últimos anos não foram fáceis. A doença e a morte do marido, a separação da família quando foi levada para um lar, e problemas de saúde, entristeceram o seu olhar e o seu sorriso, para sempre.
Como eu era a familiar com maior disponibilidade de tempo, decidi que a visitaria no lar diariamente. Ela esperava, ansiosa, que eu levasse e lhe desse o lanche da tarde. E esperava, também, pelo mimo que eu agora lhe dava em dobro a ela. Sozinhas, falávamos muito e riamos ainda mais. A alegria pairava naquele quarto impessoal até ao minuto triste da despedida.
Com a saúde cada vez mais debilitada foi internada num hospital.
Visitei-a sempre.
Naquele último dia encontrei-a ligada a inúmeras máquinas, de olhos fechados, com uma respiração estranha. Assustada e triste, decidi ficar junto dela até ao fim da visita. Falei, falei, mas ela não emitiu qualquer som. Segurei, então, as suas mãos magras nas minhas e falámos através do coração. Jamais senti que seria a nossa última conversa, mas foi.
Morreu sozinha, dez minutos depois de eu a ter olhado, acariciado, beijado e abandonado naquele hospital. E prometido que voltaria no dia seguinte.
Eu fiz tudo para que ela se sentisse acompanhada e acarinhada.
Ela quis que eu fosse a última pessoa a vê-la com vida.
Eu nunca a esquecerei.
Obrigada mãe Amélia, e um beijo de enorme saudade.
Deus deu-me uma mãe maravilhosa mas um pouco fria e distante. Compensou-me com duas sogras fantásticas que me deram mimo e carinho de forma incomensurável.
São duas estrelinhas que brilham no céu.
01 dezembro, 2011
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