30 novembro, 2010
23 novembro, 2010
Portugal, o meu país
que em caravelas, e sem temor, rasgou horizontes e achou novas terras e outras gentes.
Um povo orgulhoso, que levou o nome de Portugal para lugares distantes de África, Ásia e América
e deu novos mundos ao mundo.
“Por toda a Terra se ouvem as suas vozes e até aos confins do mundo ressoam as suas palavras” (Damião de Góis)
enganado por governos incompetentes, interesseiros, sem escrúpulos.
Um povo desiludido mas incapaz de se libertar do que não deseja,
consciente dos jogos de poder e de domínio que só o prejudicam,
que vive aterrorizado mas, ainda assim, despreocupado.
22 novembro, 2010
Admirei e captei...
19 novembro, 2010
18 novembro, 2010
Coleccionar - bonecas típicas dos locais por onde já andei
O meu prazer no coleccionar (ou amontoar…) é o de guardar memórias de momentos, de locais, de sentimentos, de razões que me levaram a optar por isto ou aquilo, e isso basta-me.
O que gosto eu de coleccionar?
Sei lá… ímanes para o frigorífico, bonequinhas típicas dos países onde já estive, caixinhas e pratos da Vista Alegre, caixinhas em casquinha, molduras em estanho (adoro!), marcadores para os livros, livros (não só colecciono como leio…), discos, lenços, cachecóis, luvas, carteiras, sapatos, chapéus-de-chuva, óculos de sol, pulseiras, relógios, etc., etc., etc.
Por exemplo, as bonecas típicas dos locais por onde já andei – gosto de as olhar, de admirar os vestidinhos cuidadosamente confeccionadas, os acessórios que as identificam com o país de origem, a cor, o tamanho, a expressão conseguida num rosto de barro, de plástico, de tecido ou de cartão.
Gosto delas pequeninas, coloridas e sem luxos aparatosos.
Ao comprá-las, encanto-me com a sua beleza e antecipo o prazer de as admirar no aconchego da minha casa.
Ao olhá-las, mais tarde, recordo os pormenores inesquecíveis do momento da compra.
Recordo que a boneca da Turquia foi comprada a um garoto que, envergonhadamente, se aproximou de nós quando o autocarro parou numa povoação pequena e pobre do interior do país. Com um enorme sorriso no rosto, mostrou as bonecas e pediu um euro por cada uma. De imediato esgotou o stock. Afastou-se, sorriu e acenou sem parar. É uma das mais belas da minha colecção.
Bonecas típicas - ao admirá-las, relembro os sítios maravilhosos por onde já andei, antecipo a felicidade de novas partidas e imagino a beleza feminina num mundo em paz, sem fome, sem sofrimento, sem lágrimas.
17 novembro, 2010
Parabéns pai
Hoje, vou acariciar o teu cabelo branco
vou pegar na tua mão trémula e envelhecida
vou sentir o calor do teu abraço
vou beber as tuas palavras sábias
vou ouvir os teus ensinamentos valiosos
vou deslumbrar-me com a tua sublime serenidade.
Hoje, vou continuar a lidar com a tua morte.
Mal!
15 novembro, 2010
12 novembro, 2010
10 novembro, 2010
Presépio - Natal 2010
08 novembro, 2010
04 novembro, 2010
Por onde andei - Índia
03 novembro, 2010
02 novembro, 2010
31 outubro, 2010
21 agosto, 2010
Força Fandy
Desejo que rapidamente ultrapasses os momentos difíceis que estás a viver.Não consigo sequer imaginar o teu sofrimento, o que me faz sentir uma estranha sensação de impotência, preocupação e revolta. Queria transmitir-te palavras sábias que te dessem força e atenuassem a tua dor. Não as sei.
Mas tu, como a figueira imponente que te viu crescer, tens uma força interior que te ajudará a vencer. Apenas tens que encontrar nas tuas raízes a arte de viver e a coragem para seguires em frente, ainda mais forte.
Há muitos, muitos anos, li numa revista, cortei e guardei um conselho para uma vida saudável, de Michio Kushi, 76 anos, líder da comunidade macrobiótica internacional, que dizia assim: “amar muito; dar um passeio ao ar livre; deitar-se antes da meia-noite; beber água fresca; cantar uma canção em voz alta, todos os dias.”
Penso que apenas te falta descobrir a canção certa e treinar a voz. Nisto não te poderei ajudar. Desafinarei à primeira nota.
Eu e o C. vamos para longe por uns dias. Os nossos pensamentos e os nossos corações estarão contigo.
Força!
19 agosto, 2010
Mealheiro
O regresso (anual) às origens
Como tem acontecido há já vários anos, mais uma vez fui passar uns dias ao lugar onde nasci e onde estão aqueles que me deram a vida: a minha mãe, que habita na casa herdada dos meus avós, e o meu pai, que há 12 anos descansa em paz num jazigo no cemitério local.
A viagem anual coincide com as festas da terra e custa-me imaginar a minha mãe triste e sozinha, numa altura em que todos os habitantes da vila rejubilam com os familiares que chegam de longe.
Ainda não falhei um ano, desde o falecimento do meu pai.
É a minha semana da confusão de sentimentos: alegrias desmedidas, tristezas sem fim, encontros festivos, saudades doridas, recordações partilhadas, promessas anunciadas.
Este ano a minha mãe rejubilou de alegria. Primeiro porque o neto apareceu, com a mulher, e soube que vai ser bisavó (logo, eu vou ser avó…), segundo, porque as obras que fez em casa agradaram a toda a família.
Foram uns dias muito agradáveis, apesar do calor por vezes insuportável e dos excessos cometidos: muita comida, muita bebida, muitas horas sem dormir.
No terraço remodelado, junto de uma parreira bem tratada, saboreámos petiscos, encadeámos conversas, cheirámos as rosas, admirámos os cachos de uvas, derramámos o olhar no horizonte, vibrámos com a música pimba dos altifalantes, sobressaltámo-nos com o ribombar dos foguetes, vimos passar as bandas de música e a procissão.
Há ali lugar para todos: familiares, amigos e conhecidos.
Dali vejo o mundo.
Para o ano lá estarei para festejar mais uma festa.
22 julho, 2010
13 julho, 2010
Brasil (Natal a Fortaleza) - viagem 2002
Natal é a capital do estado do Rio Grande do Norte.A cidade, que cresceu nas margens do rio Potenji e do Forte dos Reis Magos, no extremo nordeste do Brasil, é a terceira capital de estado com melhor qualidade de vida e a mais próxima do continente europeu. Tem cerca de um milhão de habitantes.
Foi aqui que iniciámos a nossa emocionante aventura pelas praias do Rio Grande e Ceará, efectuada em Range Rover de Natal a Fortaleza e de avião no regresso a Natal.
O grupo era reduzido: eu, o meu marido e um casal de jovens portugueses, que não conhecíamos mas com quem gostámos de partilhar a aventura.
O jipe foi conduzido com mestria por dois guias simpáticos e competentes, que souberam mostrar-nos os locais e momentos de maior deslumbramento – um pôr-do-sol magnífico que aguardei sentada numa duna, em Canoa Quebrada, nunca será esquecido.
A viagem foi praticamente toda feita sobre a areia de praias exóticas semidesérticas e luxuriantes: areia branca, água azul. E quente!
Admirámos Genipabu e as suas lagoas situadas entre as dunas.
Passámos pelo Cabo de São Roque (ponto mais próximo do Continente Africano), Caraúbas (exuberante com os seus coqueirais), Maracajaú (com água cristalina), deserto de Alagamar, Dunas do Rosado.
Chegámos à Ponta do Mel, onde o sertão chega ao mar. As suas dunas móveis e falésias gigantes deixaram-nos extasiados.
Descobrimos a exótica e mística Canoa Quebrada. A animação é constante e a beleza natural uma inesgotável fonte de inspiração.
No total conhecemos cerca de 90 praias.
Degustámos o melhor peixe e marisco, em esplanadas no areal.
Deixámo-nos embalar pelo ritmo do forró.
Dormimos em pousadas rústicas mas acolhedoras.
Diz o ditado que “tudo o que é bom acaba depressa” e assim foi, quando chegámos a Fortaleza.
Aguardava-nos uma cidade de muito cimento, muito trânsito e o medo de sair do perímetro de segurança do hotel. Conseguimos ultrapassá-lo e passeámos divertidos no calçadão, em frente do hotel, e comprámos artesanato numa feira que diariamente, ao cair da tarde, ali se instala.
Os vendedores eram simpáticos, divertidos e muito, muito persistentes.
Fortaleza é a capital do estado brasileiro do Ceará, localizada no litoral Atlântico.
Com uma superfície de 313,8 km2 é a capital com maior densidade geográfica do país - tem cerca de 2,5 milhões de habitantes.
Uma viagem para recordar – sempre!
07 julho, 2010
Futebol - mundial 2010
Não sou grande adepta de futebol, mas isso não invalida que não vibre com os feitos (defeitos) da nossa selecção – acima de tudo a NAÇÃO!
Desta vez, e porque tinha mais disponibilidade, não falhei um jogo da nossa equipa.
E não é que até vi (ouvi) a primeira parte do Portugal-Coreia do Norte na televisão duma esplanada, na praia aqui perto de casa? Ali sim, o ambiente era o de um verdadeiro estádio: quente, ruidoso, arrepiante. Não assisti à segunda parte porque donde estava não via a televisão… só ouvia. Vibrei na mesma…
Copiando a chusma de comentadores desportivos da nossa televisão, foi sem grande convicção que vi a escolha dos seleccionados – e critiquei o Queirós!
Mas os rapazes, jovens, possantes e garbosos, jogaram, marcaram e espantaram-nos.
Copiando a chusma de comentadores desportivos da nossa televisão, saltei, e gritei e vibrei – e aplaudi o Queirós!
Foi com enorme orgulho que coloquei a bandeira portuguesa na varanda, comprei e vesti camisolas verdes e vermelhas, relembrei a letra do hino e sonhei com a farra da consagração.
Tudo corria bem, primeiro ultrapassámos a Costa do Marfim, depois cilindrámos a Coreia do Norte e depois calámos o Brasil.
Estávamos nos oitavos-de-final.
Mas eis que chegou o dia do confronto com os nossos vizinhos espanhóis – e eles levaram a melhor. Bolas!
Copiando a chusma de comentadores desportivos da nossa televisão, emudeci, e julguei, e injuriei – e arrasei o Queirós!
Os nossos jogos foram poucos, mas bons. Há que dizê-lo.
O Queirós está habituado a passar de bom a besta e já me perdoou – neste país é mesmo assim, ninguém leva a mal.
Ai dele que se demita.
Vai ter de pôr aquela malta a trabalhar e a suar as estopinhas, para que daqui a 4 anos eu volte a colocar a bandeira na varanda, e volte a vestir a camisola verde e rubra e aprenda a soprar qualquer coisa que faça barulho, mas pouco.
Sim, porque sou portuguesa e esta é a minha bandeira.
Sim, porque a camisola é do meu exacto tamanho. Sim, porque nunca mais quero ouvir uma vuvuzela. Até 2014!
05 julho, 2010
Mealheiro
Chile, Argentina e Patagónia - viagem 2004
Viagem de férias a Santiago do Chile, Valparaíso e Vina del Mar (Chile), Buenos Aires (Argentina) e El Calafate - Glaciar Perito Moreno (Patagónia).Foi uma viagem fantástica e inesquecível.
O Chile é um país da América do Sul, com cerca de 757.000 km2 de superfície e 15 milhões de habitantes, que ocupa uma longa e estreita faixa costeira encaixada entre a cordilheira dos Andes e o oceano Pacífico. Faz fronteira a norte com o Peru, a nordeste com a Bolívia, a leste com a Argentina e a Passagem de Drake, a ponta mais meridional do país. O oceano Pacífico forma toda a fronteira oeste do país, com um litoral que se estende por 6.435 quilómetros.
Controla, ainda, a Ilha de Páscoa e a Ilha Sala y Gómez, as ilhas do leste da Polinésia, que incorporou ao seu território em 1888, e a Ilha Robinson Crusoe, a mais de 600 quilómetros do continente, no Arquipélago Juan Fernández.
O Chile tem um clima muito variado, indo do deserto mais seco do mundo - o Atacama - no norte do país, um clima mediterrâneo no centro, até um clima alpino propenso a neve ao sul, com geleiras, fiordes e lagos.
O deserto do norte chileno contém uma grande riqueza mineral, principalmente de cobre.
A área central domina o país em termos de população e de recursos agrícolas.
O Chile é um dos países mais estáveis e prósperos da América do Sul.
A Argentina é o segundo maior país da América do Sul, constituída como uma federação de 23 províncias e uma cidade autónoma, Buenos Aires. É o oitavo maior país do mundo em área territorial, o maior entre as nações de língua espanhola e o quarto maior da América (depois de Canadá, Estados Unidos e Brasil).
A área continental da Argentina situa-se entre a Cordilheira dos Andes a oeste e o Oceano Atlântico, a leste. Faz fronteira com Paraguai e Bolívia ao norte, Brasil e Uruguai a nordeste e com o Chile a oeste e sul. A sua superfície total legal é de 3 745 247 km², dos quais 2 780 400 km² correspondem ao continente americano e 964 847 km² ao continente antárctico.
O seu território dividir-se em três partes distintas: as planícies férteis das Pampas no norte do país, que são o centro da riqueza agrícola da Argentina, o planalto da Patagónia ao sul até à Terra do Fogo, e a escarpada cordilheira dos Andes ao longo da fronteira ocidental com o Chile, cujo ponto mais elevado é o monte Aconcágua, com 6 960 m de altura.
Chile, Argentina e Patagónia - viagem 2004 (cont.)
As temperaturas mais quentes e frias da América do Sul ocorrem na Argentina.
A Cidade de Buenos Aires encontra-se, quase na sua totalidade, na região dos Pampas.
O seu clima é temperado oceânico, com uma temperatura média anual de 16,5 °C. Durante o inverno as temperaturas oscilam entre os 3 °C e 18 °C, descendo, por vezes, até a 0 °C. No verão, as temperaturas ascendem a uma média de 28 °C. Apesar de não serem altas em comparação com as registadas no norte do país, provocam desconforto dado o elevado grau de humidade.
A cidade tem uma população de cerca de 2 776 138 habitantes.
A Patagónia é uma região situada no extremo sul do continente americano, conhecida como Região de Magalhães e que compreende o sul da Argentina e o sul do Chile.
A região mais meridional do continente é conhecida como Terra do Fogo (Tierra del Fuego). Nessa região está localizada a cidade mais austral do planeta, Ushuaia, conhecida como "a terra do fim do mundo".
El Calafate é uma pequena cidade localizada na província de Santa Cruz, Argentina, próximo da fronteira com o Chile, com aproximadamente 5.500 habitantes, um aeroporto moderno e hotéis de qualidade.
O seu clima é frio, com média anual de sete graus, temperaturas máximas de treze graus e mínimas de dez abaixo de zero.
É a cidade mais próxima do Parque Nacional dos Glaciares, a cerca de 80 quilómetros, onde se localiza a maior geleira em extensão horizontal do mundo: Glaciar Perito Moreno, com 5 km de largura e 60m de altura acima da superfície da água do lago.
Devido ao seu tamanho e acessibilidade, Perito Moreno é uma das principais atracções turísticas da Patagónia argentina.
Um colosso!
14 junho, 2010
Ibiza - viagem 2003
No verão de 2003 optámos por umas férias mais sossegadas e rumámos a Ibiza – eu, o Carlos e os dois filhotes.Para quem gosta de sol e de praia, como eu, foi uma semana maravilhosa!
O hotel ficava junto de uma praia de águas quentes e cristalinas, e tinha uma piscina fabulosa. Logo, eu passava a manhã a ler junto à piscina e a tarde (toda) na praia. Nessa semana li o extraordinário romance “Equador”, do Miguel Sousa Tavares.
À noite saíamos à descoberta da famosa noite de Ibiza, mas, como a balada era demasiado agitada para nós, limitávamo-nos a jantar, calcorrear a zona das inúmeras lojas, boutiques, bares e restaurantes, apinhada de gente, e regressar ao hotel, para uns minutos de diversão no bar, sempre repleto de turistas barulhentos de todos os cantos da Europa.
Só o meu filho se aventurou na agitada vida nocturna de Ibiza, que começava à meia-noite e se prolongava até ao início da tarde.
E gostou.
Ibiza é uma das ilhas do arquipélago das Baleares, localizado a leste de Espanha, no mar Mediterrâneo.
Com uma área de 575 km2 e uma população de cerca de 106 mil habitantes, tornou-se um destino muito procurado pelos turistas mais jovens que procuram principalmente diversão.
07 junho, 2010
31 maio, 2010
Orquídeas
26 maio, 2010
Vamos jantar fora?
Sempre gostei de conhecer e jantar em restaurantes.Há uns anos atrás, quando o nosso dinheiro ainda era o Escudo, eu e o meu marido tínhamos por hábito jantar fora todas as sextas-feiras. O prazer não estava apenas no jantar fora, mas na descoberta dos restaurantes de Lisboa e arredores.
Era engraçadíssimo!
Durante a semana pesquisávamos as críticas e sugestões da imprensa e as dicas dos amigos e conhecidos. Depois, à sexta-feira, partíamos à conquista de mais um espaço de degustação.
No final do repasto havia que qualificar o restaurante e aí entrava eu com a minha longa lista anual, onde anotava a classificação devida: MB (muito bom), B (bom), V (voltar), NV (não voltar).
Os meus níveis de qualificação passavam pela localização, pela decoração, pelo ambiente, pelo atendimento, pelo cardápio, pela garrafeira e, mais importante, pela criatividade, preparação e apresentação dos pratos.
E as pequenas atenções do pessoal? Bem, também as qualificava e gratificava.
Era um arquivo seriamente organizado. E muito requisitado pelos amigos.
Nessa altura conhecemos a grande maioria dos restaurantes da capital.
Alguns eram baratos e bons, outros caros e fracos, outros muito caros mas excelentes.
Dávamos preferência aos restaurantes seguidores da cozinha tradicional portuguesa. Fugíamos da gastronomia importada, mas por vezes caíamos em tentação e o resultado era sempre o mesmo – NV.
Alguns permanecem na minha memória, pelas melhores razões: Conventual, Casa da Comida, Pap’Açorda, Pabe, Solar dos Presuntos, Bica do Sapato, Tavares Rico, Gambrinus, Mezzaluna, Solar dos Presuntos, Solar dos Nunes, São Jerónimo, Terreiro do Paço, Tasquinha d’ Adelaide, Valle Flôr, Uai, Vela Latina, XL, A Pastorinha, Fortaleza do Guincho, Porto de Santa Maria, Estoril Mandarim e muito, muitos outros.
Acreditem, conhecemos quase todos.
Mais tarde passámos à descoberta de restaurantes em outras regiões.
Optámos pelo domingo para deambular estrada fora à procura do melhor da nossa cozinha.
Um assombro!
Desta experiência falarei numa outra ocasião.












